Cada defeito em um vídeo gerado tem um ajuste que costuma funcionar melhor. Um tremor na imagem raramente melhora se você apenas reescrever a descrição do cenário; ele costuma responder a mudanças de ritmo, duração ou tipo de deslocamento. Já um objeto que aparece onde não deveria responde a mudanças na descrição do conteúdo, não ao ritmo. Um rosto que muda de aparência no meio da cena é um problema de continuidade: pedir menos movimento e mais estabilidade tende a ajudar mais do que descrever o rosto de novo. E quando nada parece resolver, gerar variações do mesmo pedido e comparar costuma ser mais eficiente do que insistir em consertar uma única versão.
A escolha do ajuste depende, portanto, de identificar corretamente a natureza do defeito antes de agir. Ajustar o parâmetro errado gasta tentativas sem melhorar o resultado.